
Sugestões de um livro precioso:
“Olho Mágico” – uma nova maneira de ver o mundo.Ilusões 3D (da N.E. Thing Enterprises) - Editora: Martins Fontes – São Paulo
O objetivo do livro é desenvolver a percepção de profundidade. Para isto, é preciso estar tranquilo, concentrado, atento e não desviar o olhar e o pensamento da figura que está sendo observada.
Relacionando o descrito com aprendizagem em sala de aula, verifica-se que qualquer falta de atenção do aluno, qualquer perda de foco faz com que ele per as explicações do professor e não apresenta o que está sendo ensinado.
O livro, portanto, de uma forma agradável, pode ajudar o aluno a se concentrar mais, auxiliando-o no seu trabalho de aprendizagem.
Em casa diariamente
Escolha um lugar adequado (cadeira confortável com mesa) e tranqüilo;
Determine um tempo de estudo (siga seu horário de estudos);
Retire da mesa e da cabeça todas as coisas que possam desviar sua atenção;
Comece por matérias que exigem mais atenção;
Você pode determinar menos tempo no início e ir aumentando gradativamente;
Faça primeiro as tarefas do dia;
Releia a matéria ensinada, procurando compreendê-la;
Reorganize as idéias com desenhos e esquemas que possam ilustrar a matéria;
Procure estabelecer relações significativas entre os pontos, ao invés de decorar;
Copie os exercícios já corrigidos e responda-os novamente, sem tentar se lembrar da resposta, mas fazendo de acordo com a coerência que você perceber;
Compare sua resposta com a resposta correta (corrigida);
Se a sua resposta estiver certa, parabéns. Se estiver errada, releia a matéria e procure entender por que está errada.
Se você puder entender o motivo de seu erro, parabéns, você está aprendendo.
Se você não puder descobrir por que errou, anote a questão - você tem uma dúvida para esclarecer com o professor na próxima aula;
Descubra seu modo pessoal de aprender: se é ouvindo (a aula ou fazendo leitura em voz alta), se é olhando (lendo ou observando figuras), se é resumindo, se é comparando, se é escrevendo, se é analisando, etc.
Na Sala de Aula
A boa aprendizagem começa na sala de aula. Concentra-se na aula e participe dela sem intervenções desnecessárias ou inoportunas.
Participe dos debates sem medo de falar besteira. Se você pensou no que vai falar, certamente é algo aproveitável.
Dê importância às suas dúvidas na hora da explicação do professor, mas não fique preso a ela (anote-a e apresente quando for ornamento);
IMPORTANTE: consulte um dicionário sempre que for necessário. Não alimente a preguiça.
Durante as Avaliações
Antes de testes e provas evite participar de bagunças ou conversas agitadas;
Mantenha-se tranquilo(a) e concentrado(a) na matéria estudada;
Ao receber a avaliação leia-a atentamente;
Responda primeiro as questões mais fáceis;
Pense antes de escrever para que suas respostas sejam claras e coerentes;
Quem cola não está enganando o professor, mas a si mesmo, porque não se prepara para a vida.
Obs.: para aprender a interpretar textos e enunciados de questões, é necessário que se leia muito, estabelecendo sempre coerência e entendimento do que foi lido. Quanto mais se lê e entende, melhor se pode interpretar o que está sendo lido ou pedido.
O ensino-aprendizagem da Geografia vem passando por uma grande renovação, que se tornou ainda mais necessária pela intensificação crescente de um processo de mundialização de cultura, consumo e produção. A compreensão crítica da realidade é fundamental para que o cidadão possa ser atuante. A oferta de informações é muito grande, assim, a “decoreba” não tem mais sentido. É preciso aprender a utilizar o conhecimento.
Orientações:
No estudo da Geografia é muito importante observar que a natureza, originalmente organizada sem a ação do homem, vem sendo modificada e as alterações ambientais são intensas na atualidade.
O estudo do meio ambiente não pode ser feito analisando os elementos de forma isolada.
É necessário sempre fazer a relação entre a ação humana e os fenômenos naturais.
As paisagens devem ser entendidas como produto da elaboração e reelaboração da sociedade sobre a superfície do planeta.
O momento atual está vinculado ao passado. Por isso devemos analisar os processos que determinam que o espaço fosse organizado da maneira como se apresenta na atualidade.
Procure sempre se atualizar. LEITURA É FUNDAMENTAL!
Utilize os mapas, gráficos e ilustrações, que são formas representar fenômenos da natureza e outras informações sobre a realidade estudada.
Procure compreender e conhecer o mundo em sua diversidade, compreendendo que os lugares estabelecem diversas relações entre eles.
A localização é um aspecto fundamental do estudo de Geografia. Não se descuide do estudo e análise dos mapas.
Destaque os aspectos mais importantes no textos que você ler e estudar.
Estude diariamente e procure sempre resolver suas dúvidas.
As atividades trazem a você uma oportunidade de verificar se compreendeu os conteúdos explicados. Faça sempre as atividades e as correções das mesmas.
Utilize o atlas e o dicionário sempre que necessário.
Estude e colabore para que as atividades em sala de aula se desenvolvam da melhor maneira possível, evitando conversas e brincadeiras, que são prejudiciais à concentração (sua e de seus colegas e mesmo do professor).
Bons estudos e sucesso para você!!!!!!!!!!!!!!!
Interpretando textos
1) Leitura oral do texto, com expressão, respeitando a pontuação;
2) Verificar quantos parágrafos tem o texto e numerá-los;
3) Analisar cada parágrafo da seguinte forma:
Sublinhar a(s) palavra(s) desconhecida(s), ou seja, que você não sabe o significado. Procurar o mesmo no dicionário e ver o que se aplica ao texto;
Em seguida, destacar a idéia principal de cada parágrafo;
Reunindo as idéias de cada de cada parágrafo, reconstituir o texto oralmente e por escrito;
Copiar o texto feito por você (atenção: letra legível, ortografia correta, acentuação, pontuação)
Observações:
1) Fazer uma pequena interpretação, de acordo com o modelo, todos os dias. Pode ser uma notícia de jornal ou revista, um texto de Português, História, Geografia ou de qualquer matéria.
2) Anote as palavras que você procurou no dicionário ou porque não sabia o seu significado ou a forma correta de escrever, nas páginas finais do seu caderno de Português ou em outro lugar que julgar melhor, construindo assim o seu pequeno dicionário. Provavelmente você não esquecerá mais as palavras pesquisadas.
3) Mostre estas informações aos seus pais. Eles poderão ajudá-los.
O seu sucesso depende de você.
“É preciso Querer Acreditar Fazer”.
Etapas da Produção de Texto
Planejar
Escrever
Revisar
Re-escrever
REVISÃO DE OUVIDO:
Através dela identifica-se omissão ou excesso de palavras e informações.
REVISAR:
Revisar o que os colegas fazem é bem interessante, pois o aluno coloca-se no lugar do leitor.
RELER:
Reler o texto durante a escrita facilita o trabalho. O escritor pode verificar, nesse caso, se seu texto está adequado aos objetivos e às idéias que tinha intenção de comunicar.
RE-ESCREVER:
É bom antes de finalizar um texto, que ele seja feito em rascunho, para que você tenha certeza de que ele está claro, objetivo e correto.
Auto- avaliação sobre os estudos.
1) Fiz um planejamento de estudo para a semana?
2) Escolhi um local calmo para estudar?
3)Organizei e consultei o material necessário?
4)Cumpri o horário planejado?
5)Reservei tempo suficiente para estudar, descansar e me divertir?
6)Terminei todas as tarefas que comecei?
7)Consegui me concentrar nos estudos?
8)Preciso reformular meu horário?
9)Consegui tomar anotações breves das aulas?
10)Fiz outras leituras não exigidas pelo(a) professor(a)?
11)Estou participando das aulas no colégio?
12)Colaborei com meus colegas de grupo?
13)Anotei as dificuldades encontradas para esclarecimentos com o professor ou colega?
14)Tirei as minhas dúvidas?
15)Fiz as anotações na agenda das tarefas e testes programados?
Atenção! Responda a este roteiro diariamente ou semanalmente. Se você não conseguir cumprir algum desses itens, escreva as dificuldades que você sente e procure conversar sobre isto com os pais, professores ou coordenadora para saber como pode melhorar. Você poderá fazer um gráfico para ir percebendo o seu caminhar.
Bom estudo!
Serviço de Orientação Educacional
Faça você mesmo os exercícios, nunca peça a outra pessoa para fazê-los, apenas peça explicações.
Leia os enunciados mais de uma vez para compreender o que é pedido. Nem sempre compreendemos tudo na primeira leitura. Se for possível, destaque os dados mais importantes.
Quando surgir alguma dúvida durante a resolução de exercícios, volte ao enunciado.
Ao resolver problemas, leia observando o que deve ser feito para solucioná-los, anotando os dados.
Confira sempre as anotações.
Procure relacionar as matérias com situações do dia-a-dia.
Confira se está tudo feito de acordo como enunciado e se há questões sem fazer.
Durante as aulas:
Participe das aulas, perguntando quando tiver alguma dúvida sobre a matéria ou sobre as resoluções dos exercícios.
Dê bastante atenção as explicações e correções, mesmo quando achar a matéria fácil.
Participe falando sua forma de resolução, sempre que ela for diferente da apresentada por outros colegas.
Corrija todo o dever com muita atenção, não deixe de marcar certo ou errado e faça sempre a correção necessária. Nunca copie do quadro exercícios prontos, sem tê-los entendido primeiro.
Em casa:
Faça os deveres com atenção e sempre que tiver dúvida, consulte a matéria.
Estude, refazendo os exercícios dados em aula.
Se errar, procure descobrir seu erro e repita o exercício até acertá-lo com segurança.
Exercite e aprimore as operações fundamentais, sempre conferindo o resultado.
Reveja diariamente toda a matéria dada, principalmente os exercícios que você teve maior dificuldade.
Aula de Rotação e Translação
O dia que o Sol nos visitou
Quanta honra! O “Sol” veio participar da aula de Geografia da quinta série! Rotação, dias, noites, fusos horários, tudo ficou tão claro! Ah! Ah! Ah! Aprender é uma diversão! Obrigada aos “sóis” que nos ajudaram a fazer essa aula tão divertida!
Ancila Muniz
Professora de Geografia
Trabalhos - 5ª séries - Prof.ª Ângela
O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.
Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem.
A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.
No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água - retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis - e dificultam a compactação dos detritos.
Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade.
A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha.
Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis. Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza.
Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular.
A única iniciativa de regulamentar o que hoje acontece de forma aleatória e caótica, foi rechaçada pelo Congresso na legislatura passada. O então deputado Emerson Kapaz foi o relator da comissão criada para elaborar a "Política Nacional de Resíduos Sólidos". Entre outros objetivos, o projeto apresentava propostas para a destinação inteligente dos resíduos, a redução do volume de lixo no Brasil, e definia regras claras para que produtores e comerciantes assumissem novas responsabilidades em relação aos resíduos que descartam na natureza, assumindo o ônus pela coleta e processamento de materiais que degradam o meio ambiente e a qualidade de vida.
O projeto elaborado pela comissão não chegou a ser votado. Não se sabe quando será. Sabe-se apenas que não está na pauta do Congresso. Omissão grave dos nossos parlamentares que não pode ser atribuída ao mero esquecimento. Há um lobby poderoso no Congresso trabalhando no sentido de esvaziar esse conjunto de propostas que atinge determinados setores da indústria e do comércio.
É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?
André Trigueiro é jornalista com Pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, Professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ, autor do livro “Mundo Sustentável – Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação” (Editora Globo, 2005), Coordenador Editorial e um dos autores do livro "Meio Ambiente no século XXI", (Editora Sextante, 2003).
Colégio Santa Catarina - JUIZ DE FORA
Av. dos Andradas, 1036 - Glória - CEP 36035.120 - Juiz de Fora/MG - Tel.: (32) 2101.9850 - email: colegio@santacatarinajf.com.br

