Você está aqui: Pagina Principal Formação Educação Religiosa

Educação Religiosa Escolar

Programa de Ensino

Religioso - Educação Infantil

Objetivo Geral
Descobrir a si mesmo como criatura de Deus, amada e cuidada por Ele.
Tudo pode estar a serviço de um amor maior

Conteúdos:
Minha História
O belo mundo em que vivo.
Quantas coisas posso fazer!

Programa de Ensino Religioso: Educação Fundamental – 1º. ano

Objetivo Geral
Conhecer os aspectos mais relevantes da Palavra de Deus que é comunicação de Amor em Tudo e em Todos(as). Podemos falar com Deus

Conteúdos:
Deus nos ama e cuida de nós.
Somos filhos de Deus.
Deus quer que vivamos como irmãos.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 2º. ano

Objetivo Geral
Conhecer os aspectos mais relevantes da vida de Jesus como Deus-conosco, compartilhando com os demais a alegria de ser amigo de Jesus. Podemos falar com Jesus.

Conteúdos:
Jesus está entre nós.
Somos amigos de Jesus.
Deus quer que vivamos como irmãos.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 3º. ano

Objetivo Geral
Conhecer os aspectos mais relevantes do seguimento de Jesus, e em especial, o perdão como uma das características do amor cristão, que pode ser vivenciado pelos alunos em seu dia-a-dia.
Podemos viver como irmãos.

Conteúdos:
A Verdade
O Caminho
A Vida

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 4º. ano

Objetivo Geral
Conhecer os aspectos mais relevantes da vida em comunidade, identificando e valorizando as atitudes próprias do cristão.
Podemos transformar o mundo.

Conteúdos:
Comunidade de Fé
Comunidade de Vida
Comunidade de Testemunho.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental - 5º. ano

Objetivo Geral
Favorecer o crescimento da religiosidade nos alunos e animá-los para a vivência da fé como manifestação de Deus que deseja que todos participem de sua obra e do seu plano de vida e felicidade.
Podemos ser e fazer os outros.

Conteúdos:
Nossos dons devem gerar vida.
Criação, Caos, Nova Aliança.
Construindo um mundo novo.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental -6º. ano

Objetivo Geral
Favorecer o crescimento do adolescente tendo em vista a pessoa de Jesus, numa reflexão crítica sobre a atualidade e a transformação desejável e possível da nossa sociedade, que sofre com a falta de valores cristãos.
Podemos ser sábios e inteligentes.

Conteúdos:
Crescendo na relação com os outros.
A sociedade no tempo de Jesus.
Não basta constatar, é preciso transformar.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 7º. ano

Objetivo Geral
Ajudar o adolescente nessa fase de descoberta de sua identidade, de auto-afirmação, para que possa conviver melhor consigo mesmo e tenha condições de reconhecer e avaliar as transformações físicas, afetivas, cognitivas e sociais pelas quais está passando.
Podemos ser autênticos e responsáveis.

Conteúdos:
O humano em busca do divino.
O ser humano em construção.
Pensando e repensando a realidade.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 8º. ano

Objetivo Geral
Propiciar uma reflexão séria e profunda sobre os questionamentos que surgem no dia-a-dia dos adolescentes, favorecendo seu processo de formação como sujeitos de seu próprio desenvolvimento. Podemos dar sentido à vida.

Conteúdos:
Sou protagonista da minha história.
O retorno ao Sagrado.
Por um mundo melhor.

Programa de Ensino Religioso - Educação Fundamental – 9º. Ano

Objetivo Geral
Apresentar e debater algumas condições básicas para deixar marcas construtivas no mundo em que vivemos.
Discutir a parceria entre homens e mulheres, iguais na dignidade e nos direitos, complementares na diferença.
Apresentar alguns caminhos que facilitem a construção de um projeto de vida voltado para a justiça e a fraternidade.

Conteúdos:
Projeto de vida: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.”
Educar-se para poder construir: “A sabedoria vale mais que as pérolas.” Jô 28,18
Política a serviço da vida: “Abri as portas, deixai entrar um povo justo que respeita a fidelidade, que tem caráter firme e conserva a paz.” Is 26,2
Reconciliados para viver melhor: “Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só depois vem fazer tua oferta ao Senhor.”

Programa de Ensino Religioso - Ensino Médio - 1ª série

Objetivo Geral
Conhecer as conseqüências da vivência da fé cristã traduzidas em compromissos éticos.
Ética e Espiritualidade

Conteúdos:
O Cristianismo na Contemporaneidade.
Ética Cristã numa sociedade de consumo.
Desafios atuais para a vivência cristã.

Programa de Ensino Religioso - Ensino Médio - 2ª série

Objetivo Geral
Conhecer os aspectos mais relevantes do Ensino Social do Cristianismo, possibilitando o conhecimento de um novo projeto de justiça social para a humanidade.
Ética e Sensibilidade Social

Conteúdos:
A condição humana como enfoque fundamental no Ensino Religioso.
Ciência e Fé: unidas pela Vida.
Doutrina social do Cristianismo.

Programa de Ensino Religioso - Ensino Médio - 3ª série

Objetivo Geral
Reconhecer as marcas da experiência de fé nas escolhas, dúvidas e intenções que movem nossos sonhos e projetos individuais e coletivos.
Ética e Significação

Conteúdo:
Leitura orante da Bíblia, Evangelho como fundamento e Vocação como Missão

Cultivo do Dom da Fé

A Escola Católica é um âmbito da Igreja com um projeto educacional. Entretanto, não fica isenta de incluir em seu currículo a disciplina de religião com toda a especificidade própria da ERE, pois o projeto educacional não pode se esquivar do diálogo fé-cultura, fé-ciência e a relação da fé com os conhecimentos próprios das outras disciplinas. Porém, por tratar-se de um lugar próprio da Igreja, corresponde a ela integrar outros encargos como conseguir, por outras ações pastorais, educar na fé de uma maneira mais ampla que os objetivos da ERE. Nesse sentido, é lógica a conformação de uma comunidade educativa na qual tanto professores como alunos sintam-se co-participantes, protagonistas e sujeitos do projeto eclesial. De fato, pode-se organizar, fora da aula, encontros específicos de catequese, celebrações litúrgicas, convivências, retiros e outras atividades, com o fim de colaborar com as paróquias no projeto evangelizador. A opção por uma vivência plena da fé de seus alunos é proposta explicitamente. Sendo assim, a educação da fé da escola católica implica não só o conhecimento da fé, como também as atitudes e o compromisso vital incluída a prática sacramental: todo ele, sem deixar de lado a ERE, com sua tarefa principal de facilitar o diálogo fé-cultura, no campo educacional.

CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO RELIGIOSA

Três eixos curriculares:

Entendemos por eixo curricular o agrupamento de conteúdos em torno de um núcleo fundamental. O primeiro eixo é centrado na pessoa humana, assumida a partir de sua realidade, suas potencialidades, suas limitações internas e externas. Este eixo contém uma visão cristã da pessoa, da família, da sociedade e do mundo. No segundo eixo oferece-se o medular da mensagem cristã a partir de um enfoque humanista, cujo conteúdo fundamental e dinamizador é Cristo: o enviado do Pai, feito ser humano, para redimir o ser humano de maneira integral. No terceiro eixo se facilitará uma compreensão da atividade humana, em toda a sua riqueza, para que seja assumida a partir do diálogo, fé-ciência; fé-cultura; fé-vida. O objetivo fundamental deste eixo curricular é que a pessoa, como ser ativo, visualize toda a atividade humana em atenção a sua realização pessoal, ao serviço dos outros e ao melhoramento da qualidade de vida, a partir da ótica da Doutrina Social da Igreja.

OS DOCENTES DE ENSINO RELIGIOSO

O docente de religião é a pessoa-chave em todo o processo educacional. Por isso precisa da idoneidade que o Magistério da Igreja exige para o exercício desse ministério. Esta idoneidade é atestada por dois certificados que avalizam sua profissionalidade e sua eclesialidade. O docente de religião pode realizar sua capacitação em matéria de teologia e pedagogia. A formação teológica é necessária em função da fidelidade à fé da Igreja e à proposta da fé no diálogo com a cultura do seu tempo. A preparação pedagógica é fundamental para adquirir a didática e os recursos educativos que lhe permitam comunicar os conteúdos de sua disciplina de forma gradual, progressiva e adequada às características evolutivas dos alunos.

ENFOQUE METODOLÓGICO DA ERE

A ERE, desde a perspectiva de sua ação-pastoral, deve ter como fundamento inspirador a pedagogia de Jesus, o mestre por excelência. Esta deve ser a que enriqueça e transcenda todos os processos, as estratégicas metodológicas, as ações didáticas e pastorais que vão além da aula, segundo o plano institucional. O princípio fundamental que deve dirigir a metodologia da ERE é o diálogo recíproco entre a experiência dos estudantes e a cultura com as fontes e expressões da tradição cristã, em atenção à síntese fé e vida, fé e cultura.

Avaliação da ERE

A tarefa de avaliar em ERE é, às vezes, complexa e fascinante. Por tratar-se de uma ação dentro do sistema educativo nacional, deve levar em conta as normas gerais do Ministério da Educação. Porém, ao mesmo tempo, deve levar em conta as exigências próprias da disciplina, como ação evangelizadora da Igreja. Não se pode esquecer de que se trata de uma tarefa evangelizadora que, em resumo, propicia o encontro do ser humano com Deus. Assim, a avaliação se converte em uma experiência de vida que permite aos estudantes julgar e repensar seu próprio aprendizado, sustentando o ideal e que sejam eles mesmos que avaliem seus processos e seus êxitos de maneira participativa, mediante a orientação do docente, utilizando técnicas e instrumentos variados, que possam refletir o aprendizado alcançado de forma criativa. A avaliação na ERE valoriza as atitudes e respostas visíveis dos educandos como vivência dos aprendizados. Essa originalidade privilegia a avaliação formativa de todo processo, por que se trata de favorecer continuamente a qualidade da tarefa evangelizadora no âmbito escolar e facilitar uma revisão permanente de todos os protagonistas do processo educativo.

PROJETOS PERMANENTES

"No essencial a unidade, no acidental a liberdade, em tudo a caridade."
(Santo Agostinho)

Projeto nº01

PROCESSO PERMANENTE DE CONVERSÃO AO EVANGELHO E SEGUIMENTO DE JESUS CRISTO.

Objetivo: Busca constante de meios para crescer na fé e vivência cristã. FÉ E VIDA! A fé é dom que exige cultivo e vivência. Toda a comunidade catarinense está convocada a trabalhar neste projeto.

Projeto nº02

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO CONTÍNUO DE BONS HÁBITOS E PRÁTICAS DE VIRTUDES CRISTÃS.

Objetivos: crescer na prática das virtudes apregoadas no Evangelho: o amor, o perdão, a solidariedade, a honestidade, a valorização da pessoa humana, a gratidão, a PAZ! Revelar o cultivo da sensibilidade e da ternura através de bons hábitos: A contemplação do belo, da natureza, do valor do trabalho próprio e do outro, das diferenças de dons nas pessoas... Que, entre nós, esse processo se expresse: Por um grande respeito a todas as pessoas, dentro e fora da Escola; Pelo hábito de conservar o que é de uso próprio e COLETIVO, dentro e fora da Escola;
Pela preservação da natureza;
Pela valorização e respeito ao trabalho do outro, auxiliando-o no que nos couber;
Pela fraternidade entre nós e solidariedade com o mais necessitado.
Esse projeto deve constituir uma missão permanente e crescente em nossa Escola. Dia após dia! Ano Após ano! Deve ser a conseqüência natural do Projeto nº01 e que possamos vivenciá-lo em toda parte onde convivermos.

Projeto nº03

DESPERTANDO O INTERESSE EM RELAÇÃO AO SABER E ORGANIZAÇÃO NO ESTUDO

INTRODUÇÃO: Há algum tempo vimos nos dedicando ao trabalho na área da educação e, um dos aspectos que nos chama atenção é a atitude do jovem diante da aprendizagem escolar: sua indisposição em relação ao trabalho intelectual e o empobrecimento da linguagem oral.
Não pretendemos enveredar nossas reflexões, buscando compreender as possíveis causas que ocasionam tal desinteresse. Pareceu-nos mais viável na construção do projeto: "Despertando o interesse no aluno em relação ao saber e organização no estudo", ater-nos a criar condições para o aluno adquirir motivação e, consequentemente, administrar melhor o tempo e organizar as tarefas escolares. Na prática escolar, defrontamo-nos com inúmeros alunos acostumados a receberem respostas prontas, não explicitando suas indagações, fazendo tarefas escolares de qualquer maneira, estudando na véspera da prova, não prestando atenção e não participando das aulas...
O que nos leva a concentrarmos um bom tempo em torno dessa problemática é a convicção de que precisamos fazer um trabalho pedagógico para mudar as situações mencionadas.
Como ajudar o aluno a se motivar, explicitando suas dúvidas?
Precisamos criar uma metodologia que ajude o aluno a refletir, a indagar sobre suas questões ou seja, pensar. Acreditamos que com isso ele vai adquirir um senso crítico, o qual é a base para toda e qualquer transformação.

OBJETIVO GERAL: Motivar o aluno em relação ao saber e organização no estudo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

  • Incentivar o aluno e exercitar a leitura: ritmo, entonação, imaginação;
  • Criar situações pedagógicas para o aluno se motivar no estudo;
  • Valorizar as potencialidades do aluno nos aspectos: intelectual, emocional, afetivo, motor e artístico;
  • Resgatar no aluno a expressão das idéias, do pensamento e da opinião;
  • Incentivar o aluno a estudar para saber e não só para obter nota;
  • Proporcionar espaços de leitura reflexiva;
  • Desenvolver no aluno o pensamento crítico;
  • Incentivar o uso adequado da pesquisa, no sentido de desenvolver o raciocínio, percepção, = pensamento crítico...
  • Incentivar a participação dos alunos nas aulas;
  • Incentivar o uso do laboratório de informática;
  • Levar o aluno a valorizar o professor;
  • Valorizar as práticas pedagógicas que incentivam, motivam e possibilitam os alunos crescerem;
  • Ajudar os professores a detectarem as dificuldades de alguns alunos e conjuntamente com orientadora, psicóloga e supervisora a buscar saída para enfrentá-las;
  • Enriquecer a prática educativa, com atividades lúdicas, prazerosas que possam desenvolver o raciocínio, o interesse e a atenção do aluno;
  • Incentivar o professor a aprimorar sua prática de trabalho;
  • Orientar os pais na prática do estudo dos filhos;
  • Orientar os pais quanto a alimentação, descanso e lazer;
  • Incentivar os pais a valorizarem o filho;
  • Criar espaço na família para o diálogo e busca de soluções;
  • Valorizar a prática de leitura na família ( incentivo ao investimento em livros, filmes,revistas e jornais );
  • Esclarecer e buscar soluções com os pais, diante das dificuldades escolares do filho;
  • Estabelecer um vínculo fraterno, consistente entre escola X família.

ORIENTAÇÃO VOCACIONAL

A dúvida quanto ao que "vou ser quando crescer", tem como desafio a seguinte questão: como está sendo construída a identidade pessoal?
A base da formação vocacional se dá, fundamentalmente, na adolescência, fase de primordial importância para as escolhas e a decisão do "ser profissional".Quando se diz: o que quero ser quando crescer parece tratar-se de um futuro, de um porvir. Não se pode esquecer, contudo, de que o caminho até este futuro, se dá com muito trabalho, desafios e envolvimento humano, tudo voltado para a construção do ser na sua totalidade.

Através das aulas de Ciências, do conhecimento da herança genética, compreende-se que, desde a gestação, inicia-se uma misteriosa construção, nos aspectos biológico e psicológico. Entende-se, também, que o crescimento físico/psicológico, as características, os sentimentos, as representações mentais acontecem, não só por causa das condições naturais específicas mas também, pela presença de todos aqueles que ofereceram o amor e apresentaram o mundo para a criança. E é a partir dos dois núcleos: família e sociedade que se constitui o ser. Pode-se, então, perguntar e refletir: o que seria de cada filho que nascesse se, ele, não tivesse como base as expectativas, os sonhos, as esperanças, os desejos, os cuidados dos seus pais? Seria possível que a identidade do filho se construísse?Os alunos são conduzidos a refletir sobre a importância do núcleo familiar como base para a construção da história pessoal.

Nas aulas de História, os alunos são convidados a fazer um exercício - com pessoas de sua família - de recordação dos acontecimentos na família, na comunidade, na cidade, no estado, no país, no mundo que, possam ter influenciado na formação de sua identidade. São muito interessantes os depoimentos, as lembranças, os fatos que eles podem partilhar com os demais colegas. Neste momento, além de identificarem que o meio através dos acontecimentos, das convivências, dos cuidados afetivos interfere na estruturação do eu, é gratificante ver entre eles, a partilha, a troca de informações e o aprofundamento no conhecimento do outro. A partir de 2008, incluímos a disciplina Geografia, onde os alunos trabalham a Identidade, dentro do conceito "espaço", refletindo sobre a influência do "espaço físico", interno e externo, na formação da identidade da pessoa.O objetivo deste trabalho é propiciar a compreensão da intensidade da inserção do social na vida das pessoas. Dentro desta ótica é que acontecem as identificações. Nas aulas de Português acontece todo esse processo de reflexões. Apesar de o meio ser o responsável pela formação do ser, existe uma singularidade. O que recebemos da natureza, da família, da cultura não é um "simples engolir". É uma interiorização que se dá com modificações e criações, com a participação do sujeito, entre o que acontece dentro e fora do eu.

As possibilidades das escolhas se inserem aqui, com a manifestação e diferenciação da individualidade.

E, finalmente para concluir faz-se a pergunta: se a natureza, Deus no seu projeto através da família, encarregou tão perfeitamente do nosso vir ao mundo, como estou assumindo o meu ser na vida?

Este trabalho é desenvolvido todos os anos, desde 2006 com as turmas de 7ª séries, dando prosseguimento com as 8ª séries, quando se aprofundam estas reflexões.

Equipe de Orientação Vocacional.

FORMAÇÃO CONTINUADA

Download - reunião 17/03/2011: Aprender os desafios do processo

1. Contexto (Emergência Educativa)
As novas formas educacionais de nosso continente, impulsionadas para se adaptar às novas exigências que se vão criando com a mudança global, parecem centradas prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades e denotam claro reducionismo antropológico, visto que concebem a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado. Por outro lado, com freqüência, elas propiciam a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. Desta forma, não manifestam os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, nem os ajudam a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade.

2. O que fazer diante dessa situação?
Fortalecendo a estreita colaboração com os pais de família e pensando em uma educação de qualidade à que têm direito, sem distinção, todos os alunos e alunas de nossos povos, é necessário insistir no autêntico fim de toda escola.
As diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir.
Constitui responsabilidade estrita da escola, enquanto instituição educativa, destacar a dimensão ética e religiosa da cultura, precisamente com o objetivo de ativar o dinamismo espiritual do sujeito e ajudá-lo a alcançar a liberdade ética que pressupõe e aperfeiçoa a psicológica. Mas não se dá liberdade ética, a não ser na confrontação com os valores absolutos dos quais dependem o sentido e o valor da vida do ser humano.

3. Caráter católico da Educação
Portanto, quando falamos de educação cristã, entendemos que o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova. Existem muitos aspectos nos quais se educa e entre os quais consta o projeto educativo. Existem muitos valores, mas estes valores nunca estão sozinhos, sempre formam uma constelação ordenada, explícita ou implicitamente. Se a ordenação tem a Cristo como fundamento e fim, então essa educação está recapitulando tudo em Cristo e é verdadeira educação cristã; se não, pode falar de Cristo, mas corre o perigo de não ser cristã.
Precisamente pela referência explícita e compartilhada por todos os membros da comunidade escolar, a visão cristã – ainda que em grau diverso, e respeitando a liberdade de consciência e religiosa dos não cristãos presentes nela – a educação é “católica”, pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação.

4. A Escola Católica é chamada a uma profunda renovação
Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educativos por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma formação sólida e participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica.

PARLAMENTO JOVEM 2011

Propostas 2011

Estudantes dos cinco estabelecimentos de ensino médio de Juiz de Fora, integrantes do Parlamento Jovem, se reuniram nesta sexta-feira (03/06), no Colégio Santos Anjos. Sob orientação dos profissionais do Centro de Atenção ao Cidadão (CAC) da Câmara e monitores do curso de Ciências Sociais da UFJF, eles priorizaram 12 propostas, dentro do conjunto das apresentadas, para serem levadas à plenária municipal na próxima quarta-feira (08/06). Este ano, a discussão é sobre “Drogas, como prevenir?” e os subtemas: a sua relação com a família, a escola e a sociedade. A etapa estadual foi anunciada para os dias 18 e 19 de agosto, em Belo Horizonte.

Uma vez reunidos, os estudantes definiram um relator para cada um dos três grupos formados. A defesa das propostas se deu independente de sua origem, ou seja, de qual escola partiu. Uma a uma, elas foram lidas e algumas destacadas para alteração, exclusão ou aglutinação.

O encontro se transformou em um momento de troca de informações e amadurecimento quanto às propostas. Entre elas o aumento da rede pública de assistência e internação de dependentes químicos, a inserção no currículo escolar de disciplina com abordagens sobre drogas, além da capacitação dos profissionais de saúde e assistência social, que assistem às famílias, quanto a prevenção.

O Parlamento Jovem em Juiz de Fora é integrado por aproximadamente 150 estudantes dos Colégios Jesuítas, Santos Anjos, Santa Catarina e das Escolas Estaduais Coronel Antônio Alves Teixeiras e Antônio Carlos.

Propostas discutidas pelos estudantes em torno do tema: Drogas – Como prevenir?

Download - Propostas 2011

Francisco Juceme Rodrigues do Nascimento
Coordenação Geral da Educação Religiosa do Colégio Santa Catarina
Juiz de Fora – MG – Educando com Amor para crescer com Valor

Fontes:
Conselho Episcopal Latino-Americano. Manual de Catequética/CELAM. São Paulo: Paulus, 2007.
Conselho Episcopal Latino-Americano. Documento de Aparecida. São Paulo: Paulus, 2007.
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015). São Paulo: Paulinas, 2011.